Veja o resultado na nossa enquete. A pergunta foi: "Devemos aceitar todos os ritmos de música nas igrejas?"
E 60% das pessoas que votaram, afirmaram que "Depende de cada igreja e da comunidade em que ela está inserida." Já 40%, afirmaram que
"Deve haver um bom senso pois alguns ritmos não foram feitos para serem tocados na igreja."
"Deve haver um bom senso pois alguns ritmos não foram feitos para serem tocados na igreja."
Independente do resultado, queremos afirmar que Deus, o Criador de todo bom e perfeito dom, criou o mundo e o homem, o qual foi criado à Sua imagem. A criação, conforme saiu das mãos do Criador, demonstrava que Ele é um amante da beleza e da estética. Sendo o homem feito á imagem de Deus, possuía a capacidade de pensar, imaginar e criar. O homem pecou e, como resultado, suas habilidades criativas foram afetadas. Pela redenção existe uma provisão de restauração. Mesmo agora o homem ainda pode criar e reproduzir na área das composições musicais, as quais, embora de forma imperfeita, refletem a imagem [de Deus]. A entrada do pecado tornou o discernimento entre o bem e o mal muito difícil, às vezes. Há uma mistura de argumentos de verdade e erro; a tendência da maioria é em direção ao erro, a predisposição da cultura, gostos pessoais e preconceitos. Todos estes são compostos pela dominância do mercantilismo em todas as áreas da vida, inclusive na música da igreja.
À luz do exposto acima, o cristão deve, em primeiro lugar, estar atento acerca de todos os fatores que têm impacto na área da música na igreja. Segundo, deve estar consciente do significado e propósito da adoração. Terceiro, deve ter um desejo sincero e ardente de conhecer o que é certo e o que é errado. Quarto, não dever permitir que seus pontos de vista ou sentimentos a respeito da música da igreja sejam tão exacerbados que, ao tratar com outras pessoas, ele seja intolerante, cruel e humilhante. Finalmente, “A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada.”
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