20 de jan. de 2011

Resultado da nossa enquete

Veja o resultado na nossa enquete. A pergunta foi: "Devemos aceitar todos os ritmos de música nas igrejas?"

E 60% das pessoas que votaram, afirmaram que "Depende de cada igreja e da comunidade em que ela está inserida." Já 40%, afirmaram que
"Deve haver um bom senso pois alguns ritmos não foram feitos para serem tocados na igreja."


Independente do resultado, queremos afirmar que Deus, o Criador de todo bom e perfeito dom, criou o mundo e o homem, o qual foi criado à Sua imagem. A criação, conforme saiu das mãos do Criador, demonstrava que Ele é um amante da beleza e da estética. Sendo o homem feito á imagem de Deus, possuía a capacidade de pensar, imaginar e criar. O homem pecou e, como resultado, suas habilidades criativas foram afetadas. Pela redenção existe uma provisão de restauração. Mesmo agora o homem ainda pode criar e reproduzir na área das composições musicais, as quais, embora de forma imperfeita, refletem a imagem [de Deus]. A entrada do pecado tornou o discernimento entre o bem e o mal muito difícil, às vezes. Há uma mistura de argumentos de verdade e erro; a tendência da maioria é em direção ao erro, a predisposição da cultura, gostos pessoais e preconceitos. Todos estes são compostos pela dominância do mercantilismo em todas as áreas da vida, inclusive na música da igreja.
À luz do exposto acima, o cristão deve, em primeiro lugar, estar atento acerca de todos os fatores que têm impacto na área da música na igreja. Segundo, deve estar consciente do significado e propósito da adoração. Terceiro, deve ter um desejo sincero e ardente de conhecer o que é certo e o que é errado. Quarto, não dever permitir que seus pontos de vista ou sentimentos a respeito da música da igreja sejam tão exacerbados que, ao tratar com outras pessoas, ele seja intolerante, cruel e humilhante. Finalmente, “A capacidade de discernir entre o que é reto e o que não o é, podemos possuí-la unicamente pela confiança individual em Deus. Cada um deve aprender por si, com auxílio dEle, mediante a Sua Palavra. A nossa capacidade de raciocinar foi-nos dada para que a usássemos, e Deus quer que seja exercitada.”

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